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sexta-feira, 21 de abril de 2017

VOCÊ JÁ VIU BANDIDO CONFESSAR CRIME?

     Nem querendo você vai conseguir que um meliante confesse seu crime. Em primeiro lugar ele é veementemente "aconselhado" por advogados de sua defesa de que não cometeu nenhum crime, que é vítima, sofre perseguição etc. É o caso do bem assessorado juridicamente Luiz Inácio, no caso do triplex do Guarujá no litoral paulista. O imóvel inicialmente era da Bancoop, uma cooperativa de imóveis criada pelo PT e presidida pelo ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto, preso na Lava Jato. Como a cooperativa estava em dificuldades financeiras (aliás, como tudo que o PT põe a mão) passou a conclusão de vários imóveis à Construtora OAS. O dado concreto é que inúmeros associados estão requerendo na justiça a não entrega dos imóveis pelos quais pagaram à Bancoop.

                                                           
O único que não está reclamando, aliás, está negando a propriedade é o Lula. É este triplex na cobertura deste edifício no Guarujá. Que tal algum outro sócio da Bancoop reivindicar  o direito do imóvel em questão?

quarta-feira, 15 de março de 2017

ESCOLHIDO A DEDO COMO TESTEMUNHA DE DEFESA

   O apedeuta esperto chamado Luiz Inácio escolheu bem a pessoa para presidir a Abin e servir como delegado geral da Polícia Federal no primeiro governo Lula, o tal de Paulo Fernando da Costa Lacerda. O cara nada sabia sobre as falcatruas na Petrobras apesar de ser chefe da ABIN - Agência Brasileira de Inteligência. Pelo visto, foi tão "desavisado" quanto seu antigo chefe, o réu Lula. Será que este tal de Paulo Lacerda foi tão mal informado assim ou está prestando um "serviço" testemunhal ao ex-patrão? Leiam a notícia no Diário do Poder:

O delegado Paulo Fernando da Costa Lacerda, diretor geral da Polícia Federal no primeiro governo Lula, afirmou ao juiz Sérgio Moro, nesta quarta-feira, 15, que era procurado por parlamentares que faziam indicações de servidores da PF a cargos importantes na Corporação, ‘normalmente’ para superintendências regionais.
Lacerda, que também dirigiu a Agência Brasileira de Informações (Abin), depôs como testemunha de defesa do ex-presidente Lula na ação em que o petista é réu por supostamente ter recebido propinas de R$ 3,7 milhões da empreiteira OAS.

No entanto, ele negou que a PF tenha sido alvo de intervenções do Planalto enquanto esteve no cargo, entre 2003 e 2007. Por outro lado, revelou ter sido procurado por agentes políticos, ‘normalmente gente do PP e do próprio PT’, “Um ou outro parlamentar às vezes pedia audiência na Polícia Federal e queria indicar o servidor para este ou aquele cargo. Normalmente, um superintendente regional. Vinha conversar comigo e eu dizia que isso não seria possível porque eu já havia acertado com o ministro Márcio Thomaz Bastos (Justiça) e com o presidente Lula, que não haveria interferência”, relatou.

Ainda em depoimento a Moro, o delegado negou ter tido conhecimento de esquemas de corrupção na Petrobras durante o período à frente da Polícia Federal.

Lacerda disse se lembrar de apenas uma ocorrência envolvendo a petrolífera que chegou a ser apurada pela Abin. “Surgiu um caso na Petrobras que era o desaparecimento de um microcomputador com informações estratégicas da Petrobras em Macaé que dizia respeito a assunto sigiloso e empresarial. Houve até abertura de inquérito. Foi o único caso que eu me recordo”, explicou.

Lacerda ainda afirmou não saber de eventuais vantagens indevidas oriundas de esquemas envolvendo a Petrobrás ao ex-presidente Lula. “Se eu tomasse conhecimento, alguma providência haveria de ser adotada”.
(Nota do blog: "Não diga!")

O DELEGADO PAULO LACERDA NEGOU TER TOMADO CONHECIMENTO DE CORRUPÇÃO NA PETROBRAS ENQUANTO NO CARGO DE DIRETOR DA CORPORAÇÃO (FOTO: REPRODUÇÃO/YOUTUBE)

sexta-feira, 10 de março de 2017

PRESÍDIO FROUXO PARA PIZZOLATO

A juíza Leila Cury, responsável pela Vara Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal, disse ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado na Ação Penal 470, o processo do mensalão, não pode receber tratamento privilegiado dentro da prisão. A manifestação da juíza foi motivada por um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para retirar da VEP a responsabilidade para acompanhar a execução da pena de Pizzolato, condenado a mais de 12 anos de reclusão.
Em janeiro, Pizzolato foi penalizado pela direção do presídio da Papuda, no Distrito Federal, com três dias de isolamento após R$ 1 mil terem sido encontrados com ele durante uma inspeção. De acordo com as normas internas, detentos podem receber de familiares até R$ 50 para comprar alimentos na cantina interna. Segundo os procuradores, Pizzolato ficou em uma cela de 20 metros quadrados, que exalava mau cheiro, não tinha ventilação suficiente e onde os presos se revezavam para dormir.

No entendimento da procuradoria, os fatos poderiam resultar na quebra do acordo de extradição com o governo da Itália, que prevê respeito aos direitos fundamentais do condenado. Para a PGR, não se trata de concessão de privilégios e tratamento diferenciado, mas proteção aos direitos básicos do detento. Após o julgamento do mensalão, Pizzolato fugiu para a Itália e foi posteriormente extraditado para o Brasil.

Na resposta enviada ao ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso, a juíza Leila Cury disse que a VEP não descumpriu o acordo de extradição e que a punição não colocou em risco a integridade física de Pizzolato.

Segundo a juíza, Henrique Pizzolato não pode ter tratamento diferenciado em relação aos demais detentos. "O Distrito Federal tem um total de 15, 3 mil presos. Quando um deles não cumpre as regras, sofre as consequências legais de seus atos, de forma que não há motivação legal para conceder tratamento diferenciado a Henrique Pizzolato. Afinal, o tratamento isonômico é um pilar apto a manter a estabilidade do sistema penitenciário que é deveras sensível."

Caberá ao ministro Barroso decidir sobre o pedido da PGR para que a pena de Pizzolato passe a ser acompanhada pelo Supremo. (ABr)

EM JANEIRO, PIZZOLATO FOI PENALIZADO PELA DIREÇÃO DO PRESÍDIO DA PAPUDA, APÓS R$ 1 MIL TEREM SIDO ENCONTRADOS COM ELE DURANTE UMA INSPEÇÃO. FOTO: MASTRANGELO REINO

crédito da postagem: diário do poder

terça-feira, 7 de março de 2017

O MAIOR ESQUEMA DE PROPINA DO MUNDO

    Roberto Jefferson, aquele mesmo que nos descortinou o mensalão diz hoje em seu Twitter que a Odebrecht movimentou mais de US$ 3 bilhões em propinas, atribuindo-a ao PT (obra do PT), valores que não têm paralelo na história mundial.
     O Brasil conquista assim mais um título mundial para sua galeria. Agora, dá para se ter uma ideia do que representam três bilhões de dólares? Ou quase dez bilhões de reais? Eu não tenho a abrangência toda com exatidão mas, com certeza, representa milhares de vida que poderiam ser salvas nas estradas e hospitais, mais pão na mesa do trabalhador, mais empregos, muito mais educação.
     Quando é que os brasileiros de bem vão conseguir acabar de vez com esta chaga?

quinta-feira, 2 de março de 2017

INVESTIGADOS NA LAVA COM FORO PRIVILEGIADO "INDIRETO"

Pelo menos 50 investigados na Lava Jato detêm, atualmente, foro indireto no Supremo Tribunal Federal (STF). São casos de alvos da operação que não possuem cargo com prerrogativa para serem julgados pela Corte, mas têm seus casos conduzidos no tribunal em razão da ligação das investigações com autoridades.
O caso mais recente envolvendo foro indireto é o do ex-presidente José Sarney, que teve inquérito mantido no STF por decisão da Segunda Turma da Corte. Os ministros do colegiado justificaram a medida pelo fato de a apuração contra o peemedebista incluir parlamentares detentores de foro especial.
Em situação semelhante estão os também ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Os dois são parte de um inquérito que atinge dois ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) – Marcelo Navarro Ribeiro Dantas e Francisco Falcão –, que atraem para o STF a competência para conduzir o caso. Ainda na mesma investigação estão os ex-ministros de Estado Aloizio Mercadante e José Eduardo Cardozo, que não têm mais a prerrogativa.
A lista de investigados com foro indireto perante o STF inclui ainda parentes de políticos – casos, por exemplo, do marido da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o ex-ministro Paulo Bernardo; da mulher do senador Fernando Collor (PTC-AL); e de dois filhos do deputado Nelson Meurer (PP-PR). Empresários suspeitos de atuar na lavagem de dinheiro para parlamentares e ex-congressistas investigados ao lado de políticos com foro também integram o grupo do foro indireto.
Há ainda situações de investigações diferentes na Justiça comum e no STF simultaneamente. É o caso do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que, apesar de ter tido as investigações remetidas à Justiça Federal após perder o mandato, ainda é alvo de inquérito no STF ao lado de parlamentares.
Há ainda no rol dos “sem foro” que estão no STF lobistas como Fernando “Baiano” Soares; empreiteiros como Ricardo Pessoa, dono da UTC; e ex-ministros, como Henrique Eduardo Alves, Silas Rondeau, Pedro Paulo Leoni Ramos.
Mensalão
A Procuradoria-Geral da República tenta evitar “maxi-investigações” como o mensalão, quando todos os acusados foram julgados pelos 11 ministros do Supremo. Nesse caso, a minoria dos réus tinha foro. Não é o que ocorre na Lava Jato, mas a extensão das investigações faz com que parte dos casos não possa, na visão de investigadores, ser analisada de forma apartada.
Ao fatiar a maior investigação da Lava Jato em quatro inquéritos, o STF manteve uma investigação com 12 nomes e todos sem foro privilegiado. É a frente que apura a participação do PT numa suposta organização de políticos para operar o esquema de corrupção na Petrobrás. Entre os investigados neste inquérito estão Lula, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari e o ex-ministro Antonio Palocci.
Entre investigadores, a justificativa para manter o caso no STF mesmo sem autoridades com foro é de que a apuração sobre a formação de quadrilha é uma só, mas foi dividida em quatro para dar agilidade às diligências. O inquérito, chamado nos bastidores de “quadrilhão”, aberto em março de 2015, foi dividido em quatro frentes: a do PT, a do PP, a do PMDB da Câmara e a do PMDB do Senado.
“A apuração das condutas dos não detentores de prerrogativa de foro antes indicados perante o STF é necessária e excepcional, pois suas ações, em tese praticadas e pendentes de apuração mais detalhada, estão de tal forma relacionadas que, nos termos do que já decidido, poderá haver ‘prejuízo relevante à prestação jurisdicional’”, escreveu o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao pedir a inclusão de nomes na investigação que não possuem foro.
Compartilhamento
Apesar de a manutenção de casos sem foro no STF ser praxe em parte das investigações da Lava Jato, a decisão da Segunda Turma sobre Sarney foi mal recebida entre procuradores da República. A avaliação de investigadores é de que a maioria dos ministros do Supremo tratou o caso como se fosse um desmembramento de investigação quando, na verdade, era apenas um compartilhamento de informações.
Para procuradores ouvidos pela reportagem, estava em jogo somente a autorização para que o juiz Sérgio Moro, que conduz a Lava Jato na primeira instância, utilizasse as informações relativas à delação de Sérgio Machado que envolvem o ex-presidente. Isso, segundo eles, não significaria que Sarney fosse ser investigado por Moro.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

A RECESSÃO JÁ ACABOU, PRA FRENTE BRASIL!!!

   O eficiente ministro Henrique Meireles, da Fazenda, anunciou em alto e bom som para quem quisesse ouvir: "Essa recessão já terminou!"
Foi dura, árdua, difícil e longa; gerou mais de 12 milhões de desempregados, mas podemos dizer que estamos aptos a voltar a crescer!
    E se a Lava Jato conseguir passar o Brasil a limpo, limpando toda a sujeira deixada pelos governos petistas/peemedebistas; as expectativas serão as melhores possíveis. Nosso país, quando não assaltado pelos governantes  e conluio com falsos empresários, possui um potencial incomensurável para crescer, talvez o maior potencial do planeta terra.
    Edson Luiz Fachin precisa acelerar os julgamentos mandando os de foro privilegiados para a prisão. Somente assim o exemplo coibirá futuros crimes posto que terão certeza que o futuro dos crimes é mesmo a masmorra.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

DEU NO SITE "O ANTAGONISTA"


A 'BOQUINHA' PARA VIÚVAS DE LULA E JANETE

Brasil 13.02.17 14:03

O Antagonista apurou que pelo menos 19 conselheiros indicados pela Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil), para ocupar um assento em órgãos de governança das empresas com participação do fundo, são ligados aos antigos governos petistas.

Eles participam de uma reunião por mês e ganham, por isso, entre R$ 5 mil e R$ 50 mil.

Na lista, há filiados ao PT e até investigados pelos rombos em fundos de pensão:

Ambev - Paulo Assunção de Souza, ex-representante dos funcionários no Conselho de Administração do Banco do Brasil;

BRF - Renato Proença Lopes, diretor de participações da Previ;

Embraer - Cecília Mendes Garcez Siqueira, ex-diretora administrativa da Previ;

Frasle - Adézio de Almeida Lima, ex-vice-presidente de crédito do BB;

Gerdau - Hayton Jurema da Rocha, ex-diretor de marketing e comunicação do BB;

Itausa - José Maria Rabelo, ex-diretor-superintendente da Previc;

Jereissati Part. - Arlindo Magno, ex-diretor da Previ;

Kepler Weber - Sérgio Ricardo da Silva Rosa, ex-presidente da Previ;

Neonergia Cosern - Roberto Francisco Casagrande Herdeiro, ex-diretor de Investimentos da BB Previdência;

Neoenergia - José Alípio dos Santos, ex-diretor do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre;

Neoenergia - Maria das Graças Conceição Machado Costa, ex-diretora de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi;

Neoenergia - Aires Hypolito, ex-diretor do BB;

Paranapanema - Luiz Carlos Siqueira Aguiar, ex-diretor de Investimentos da Previ;

Rumo Logística - Joilson Rodrigues Ferreira, ex-diretor de Participações da Previ;

Sauipe - Odali Dias Cardoso, ex-presidente do Conselho Fiscal da Previ;

Tupy - Francisco Cláudio Duda, ex-diretor de Mercado de Capitais e Investimentos do BB;

Vale - Marcel Juviniano Barros, ex-diretor de Seguridade da Previ;

Vale - Robson Rocha, ex-vice-presidente de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável do BB;

Vale - Dan Antônio Marinho Conrado, ex-vice-presidente de Varejo, Distribuição e Operações do BB.